Mulheres escrevem sobre sentimentos e emoções em projeto coletivo

O projeto conta com a participação de 9 mulheres de Paulínia, Campinas, Valinhos, Ourinhos, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Flórida (USA)

Com a proposta de falar sobre as emoções e sentimentos sob diferentes olhares, nasceu o livro “Sinto o que Conto, Contos que Sinto”. O livro, que foi resultado do projeto “As emoções sob

diferentes olhares”, tinha como objetivo juntar pessoas de diferentes áreas de formação, idades e lugares onde vivem.

“Temos pessoas de Paulínia, Campinas, Valinhos, Ourinhos, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, e eu que moro na Flórida, USA. E, por estarmos em um momento histórico por conta da pandemia, nada mais propício do que falar em emoções. Assim, criamos um grupo, com um laço forte de amizade, que deu origem a um material muito interessante ao se abordar a questão das emoções” conta Maria Vilela George, idealizadora do projeto.

O interessante deste projeto é que cada uma escreveu um conto e, no final, juntaram os personagens que deram vida à um conto conjunto.

“Isso me levou a refletir que fizemos uma analogia do período que o mundo atravessa - tivemos que aprender a conviver com as diferenças dentro de casa, com a família que conviva 24h somente em finais de semana e nas férias. Assim também, as 9 mulheres, com suas singularidades, se juntaram e criaram um conto único”, afirma Maria Vilela.

As histórias foram criadas pela co-autoras Adriana Bordinhão Vicioli, Alyssa Tomiyama, Cibele Madai Valderramas, Elaine Alcantara, Flávia Bruno Neves, Maria Beatriz Marinho dos Anjos, Maria Vilela George, Rossane Correia de Brito e Valéria Maria Fusch Ferreira. E, para ilustrar todo o material, contaram com a criatividade de José Luiz Gozzo Sobrinho.

O projeto foi realizado com muito sucesso na plataforma de financiamento coletivo do Catarse e o livro lançado pela a Editora Adônis neste mês de dezembro. O link do vídeo sobre o projeto pode ser acessado em https://youtu.be/ZF-H yvaUMU. Pensando na inclusão da comunidade surda, o vídeo foi interpretado em LIBRAS.

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