Câmara Municipal têm renovação com oito novos vereadores para os próximos quatro anos

Das 15 vagas da Casa de Leis, 53,33% foram renovadas


As eleições municipais deste ano registraram uma renovação na Câmara de Vereadores de Paulínia. Das 15 vagas da Casa de Leis, 53,33% foram renovadas. Esse número representa 8 novos vereadores em relação a eleição de 2016 no município.

Os novos vereadores que entraram foram: Fábio da Van (Cidadania), Alex Eduardo (Solidariedade), Professor Gibi (PTB), Pedro Bernarde (Cidadania), Messias Boi (PL), Helder Pereira (PL), Grilo (MDB) e Cícero Luiz de Brito (MDB).

Dos 15 eleitos na última eleição, Tiguila Paes (Cidadania), Fábio Valadão (PL), José Soares (Republicanos), Edilsinho Rodrigues (Solidariedade), João Mota (DC), Flávio Xavier (Podemos) e Zé Coco (PSB) foram reeleitos vereadores em Paulínia. Tiguila Paes foi o candidato a vereador mais votado neste pleito, com 1.462 votos. O novato na Câmara, Fábio da Van foi o segundo mais votado com 1.159 votos, em terceiro o já vereador Fábio Valadão com 1.144. O quarto mais votado também é novo na Câmara Municipal, Alex Eduardo obteve 1.032, em seguida outra renovação, Professor Gibi com 1.016. Pedro Bernarde teve 1.012 votos, logo em seguida o já vereador José Soares com 1.005. O vereador reeleito Edilsinho Rodrigues conquistou 1.003 votos, em seguida, também reeleito, João Mota com 916. Messias Boi alcançou 881 votos, Flavio Xavier foi reeleito com 852, Zé Coco com 809, Helder Pereira 664, Grilo penúltimo na lista dos eleitos com 604 e em último lugar, Cícero Luiz de Brito com 437.

Os vereadores que não conseguiram a reeleição foram o presidente da Câmara, Loira (DC), o sobrinho dele Xandynho Ferrari (Podemos), Marcelo Souza (PSB), Fabia Ramalho (Podemos) e Manoel Filhos da Fruta (Solidariedade).


Abstenções

Segundo dados da plataforma DivWeb, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a abstenção chegou a 23,02% dos eleitores em Paulínia no pleito de 2020. No total, 79.885 eleitores estavam aptos a votar no Município, sendo que 18.391 não foram às urnas.

Na eleição de 2016 a abstenção foi de 15,22% (10.581) e em 2012 de 9,66% (5.809), todos referentes à eleição ordinária. Já na eleição suplementar de 2019, a abstenção foi 25,55%, ou seja, 18.685 eleitores.

O voto é obrigatório dos 18 aos 69 anos, sendo facultativo dos 16 aos 18 anos incompletos, aos maiores de 70 anos e aos analfabetos.

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