Jovem paulinense é homenageada por representar Brasil na ONU

Mariana Gomes Vicente representou o país durante evento realizado em Nova York

A jovem paulinense, Mariana Gomes Vicente recebeu homenagem da Câmara de Paulínia por ter representado o Brasil em evento da Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova York. Com uma jornada estudantil relevante, Mariana foi tema de moção apresentada pela vereadora Fábia Ramalho (PMN).

Ela foi selecionada pelo programa Diplomacia Civil, uma iniciativa do Instituto Global Attitude, para apresentar trabalho sobre Educação no ECOSOC Youth Forum em abril. Esse evento busca estimular o diálogo entre jovens líderes de vários países e membros de alto escalão da ONU.

A estudante de 25 anos está finalizando monografia sobre como cursinhos populares podem contribuir na formação da identidade e desenvolvimento profissional de professores. Junto com o movimento Levante Popular da Juventude, fundou um curso popular pré-vestibular em Piracicaba, onde hoje é coordenadora político-pedagógica e professora de Biologia.

Fábia declarou que a trajetória de Mariana, iniciada como aluna de escolas públicas paulinenses, é uma inspiração para jovens da cidade, demonstrando que com esforço é possível atuar para “dias melhores”.


Perfil Mariana estudou na EMEF Professora Flora Aparecida Toledo Lima (2001-2004), na EMEFM Vereador Ângelo Corassa Filho (2005-2008) e na Escola Técnica de Paulínia – ETEP (2009-2011). Depois de ser aprovada no vestibular em cinco instituições públicas, se matriculou em 2013 em Ciências Biológicas na Universidade de São Paulo (USP), campus Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, em Piracicaba.

Já em 2017, fez intercâmbio na Tokyo University of Agriculture (Nodai), como bolsista de um programa ligado ao Ministério da Educação, Cultura, Esportes, Ciência e Tecnologia do Japão. Foi uma oportunidade de conviver com alunos estrangeiros e estagiar numa empresa japonesa de agricultura vertical.

A jovem desenvolveu no ano seguinte iniciação científica sobre o papel da ecologia microbiana para diminuir impactos do gás metano, um dos principais agentes das mudanças climáticas globais, em regiões de alteração de uso de solo no bioma Amazônico.