Custos com funcionários terceirizados na saúde aumentam de 962 mil para 7,4 milhões

Empenho não informa a quantidade de médicos, enfermeiros nem técnicos de enfermagem

O custo anual do convênio do Consórcio Intermunicipal de Saúde na Região Metropolitana de Campinas-Norte (Cismetro) com a Prefeitura de Paulínia pulou de R$ 962.893,50 no ano de 2016 para R$ 7.436.976,26 (sete milhões, quatrocentos e trinta e seis mil, novecentos e setenta e seis reais e vinte e seis centavos) no primeiro ano do governo da administração do prefeito Dixon Carvalho(PP).

Um levantamento feito pelo veículo Correio Paulinense, neste ano, somente de janeiro até a última quinta-feira (19), a despesa já havia atingido R$ 6.629.647,39 (seis milhões, seiscentos e vinte e nove mil, seiscentos e quarenta e sete reais e trinta e nove centavos), quase o valor gasto o ano passado inteiro, ou o equivalente a pouco mais de três meses e meio de salário de todos os servidores administrativos da saúde municipal.

De acordo com a nota de empenho, os valores são referentes ao “pagamento de profissionais que prestam serviço”, por meio do convênio, “no Hospital Municipal/Pronto Socorro, Rede de Atenção Básica, Rede Especializada e prestação de serviços na área de oftalmologia (Hospital da Visão)”. No entanto, o documento não informa a quantidade de médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem terceirizados do Cismetro.

Apesar do convênio com o Cismetro, a falta de médicos e outros profissionais da área continua sendo uma das principais reclamações dos usuários da saúde pública municipal, que ficam horas à espera de atendimento no Hospital Municipal de Paulínia (HMP) e na rede básica (UBS’s), dias e meses por consultas ou exames, simples ou complexos.

Fonte Correio Paulinense

(Internet): A falta de médicos e outros profissionais continua sendo uma das principais reclamações dos usuários da saúde pública.

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