Ministério do Trabalho aponta que Paulínia continua em crise na geração de empregos

Saldo negativo de 372 postos de trabalho, sendo que a área de serviços teve colaboração decisiva com 491 empregos fechados

(Dominique Torquato): As áreas que mais geraram vagas foram a indústria de transformação, com 30 vagas, comércio com 33 vagas e indústria, com 48 vagas.

Um relatório do Cadastro Geral de Empregados (Caged) divulgado na última semana pelo Ministério do Trabalho demonstra que no mês de janeiro as cidades vizinhas Sumaré e Hortolândia geraram um saldo positivo de 475 empregos, patamar superior a cidades como Campinas, que com 1,2 milhão apresentou saldo positivo de 333 vagas.

Já a cidade de Paulínia, com 102.449 habitantes, de acordo com projeções estipuladas pelo IBGE, não saiu de sua crise no quesito geração de empregos. Segundo dados do Caged, Paulínia teve um saldo negativo de 372 postos de trabalho, sendo que a área de serviços teve colaboração decisiva com 491 empregos fechados.

Em contrapartida, as áreas que mais geraram vagas foram a indústria de transformação, com 30 vagas, comércio com 33 vagas e indústria, com 48 vagas.

Dentro de suas atribuições, a prefeitura afirma que tem se empenhado para atrair novas empresas e diversificar a matriz econômica do município e viabilizar um saldo positivo na geração de empregos em 2018.

Além de lidar com a crise econômica, o município administra uma crise política que já fez com que em menos de duas semanas a Câmara de Vereadores tivesse duas formações diferentes. A prefeitura admite que a incerteza gerada pelas decisões judiciais afeta o desempenho da economia local. "Quanto à crise política, a prefeitura ressalta que a constante instabilidade gerada por guerras políticas afeta o município não apenas no que diz respeito a geração de empregos, mas paralisa também diversos processos burocráticos indispensáveis para o bom andamento da máquina pública", completou a nota enviada pelo Executivo.

Fonte Todo Dia

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